quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Guiné - Abicagens e Desencalhes


LDG «Alfange» - Guiné, 1967




A imagem ilustra, por si própria, o sábio conceito de que a união faz a força.

Na Guiné, os dedos das mãos não chegam para contar o número de vezes que o recurso a máquinas auxiliares foi imprescindível na correcção do posicionamento de uma abicagem ou para conseguir uma tracção suplementar num oportuno desencalhe.

Não ter de recorrer ao escoramento do navio ou da lancha, aguardando a próxima subida de maré, era já um cenário optimista.


Fontes:
Imagem cedida pelo Museu de Marinha;

mls

2 comentários:

  1. Excelente post. Lema, tiveste de recorrer a este método de desencalhe alguma vez?

    ResponderEliminar
  2. Não Benjamim Correia, nunca foi necessário recorrer a ess "força" auxiliar mas várias vezes unidades navais diversas encalharam. Na maioria dos casos, como a LFG "Orion" uma vez, bastou esperar que a subida da maré resolvesse por si o problema. Outras houve em que alguns danos não se conseguiram evitar e recordo que a LFG "Cassiopeia" empenou os veios dos hélices no rio Cacheu, nos baixos Pedro Nunes antes de aportar a Farim.
    Mas era mesmo necessário cumprir as missões, por vezes em condições bem difíceis.
    mls

    ResponderEliminar

Guiné, 1990 - Os degredados do forte do Cacheu

Guiné, 1990 - Os degredados do forte do Cacheu (Post reformulado a partir de outro já publicado em 2 de Abril de 2011) No interior do forte ...